Por mais que o mundo mude, todo pai e toda mãe querem criar os filhos de uma forma melhor do que a que foram criados, mas a chave para evitar possíveis traumas na criança não tem só a ver com as situações, mas também com a forma que a família lida com cada evento adverso. É aí que mora a inteligência emocional. O médico psiquiatra Vinícius Pedreira, especialista em infância e adolescência do Hospital Mater Dei, explica a importância disso na vida dos pequenos.
“É fundamental o equilíbrio dos pais. Independente das pessoas serem um casal, separados, ou ter uma produção independente, ela tem que entender que precisa ter uma estruturação de equilíbrio emocional.”
A atriz Mariana Freire, por exemplo, tenta usar a inteligência emocional para criar a filha Maria Flor, de 13 anos.
“Esse cotidiano de dar limite, de ter os horários, as tarefas, os combinados. Então é sempre num espaço de muito diálogo, mas também de permissão para sentir tudo.”
A medida adotada pela mãe é a mesma recomendada pela psicóloga infanto-juvenil Bárbara Emprota.
“A criança, ela aprende muito mais pelo que ela vivencia nas relações dos adultos, do que por aquilo que simplesmente a gente ensina. Então a inteligência emocional é essa capacidade, né, da gente reconhecer, da gente compreender, da gente nomear e ter o autocontrole, porque a gente percebe que as emoções, todas, elas são válidas, mas a gente precisa entender e compreender como colocar essas emoções ali para fora através dos comportamentos, né? Que normalmente a gente coloca as emoções para fora através dos comportamentos. E a gente precisa ter o autocontrole e ensinar essa criança a ter esse autocontrole.”






























