O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), afirmou que os problemas registrados na operação de transporte público gratuito durante o segundo turno das eleições foram provocados por militantes políticos que teriam atrasado a saída dos ônibus. Segundo o gestor, a situação gerou um impasse com as empresas responsáveis pelo serviço e comprometeu o funcionamento da operação nas primeiras horas do dia.
“Militantes políticos atrasaram a saída dos ônibus, queriam colocar adesivo nos ônibus, gerou impasse com as empresas”, declarou. Bruno Reis afirmou que, após tomar conhecimento do ocorrido, a Prefeitura realizou uma intervenção para liberar os veículos. De acordo com ele, a situação foi normalizada entre 10h30 e 11h.
Durante a declaração, o prefeito também defendeu a atuação da administração municipal na oferta do transporte gratuito. “Salvador foi a segunda cidade do Brasil a implantar transporte gratuito nas eleições”, destacou. Ele ressaltou que a iniciativa contemplou os dois turnos e antecedeu determinações do Supremo Tribunal Federal (STF).
Bruno Reis também comparou a operação do segundo turno com a realizada cerca de 20 dias antes, durante o primeiro turno. Segundo ele, foram utilizados os mesmos ônibus, frequências e intervalos, sem problemas significativos. O gestor acrescentou que, na primeira votação, foram registradas apenas duas queixas relacionadas ao transporte público.
Por fim, o prefeito utilizou os dados de comparecimento às urnas para contestar possíveis impactos da operação. “Salvador é a terceira menor abstenção do Brasil, menor do que a da Bahia, menor do que a média nacional. Houve aumento do número de votantes”, afirmou. “Vocês podem ter certeza que a prefeitura não deu causa, pelo contrário”, concluiu.






























