O Brasil encerrou sua participação no Campeonato Mundial de Atletismo, em Tóquio, com resultados contraditórios. A delegação conquistou três medalhas — um ouro e duas pratas —, marcando o melhor desempenho do país na história da competição. No entanto, o número de atletas em finais foi de apenas três, igualando o pior resultado dos últimos 32 anos.
As conquistas vieram com Caio Bonfim, campeão nos 20 km da marcha atlética e vice nos 35 km, e Alison dos Santos, que levou a prata nos 400m com barreiras. Fora esses feitos, a delegação não conseguiu a mesma competitividade.
Desde 1993, o Brasil nunca havia ficado abaixo de três finais em um Mundial, uma marca que foi igualada em 2025. Outras expectativas não foram confirmadas: o revezamento 4x400m foi desclassificado, e o atleta Almir Cunha, no salto triplo, ficou a quatro centímetros de se classificar para a final.
Apesar dos resultados frustrantes em outras modalidades, o Brasil terminou no top 15 do quadro de medalhas. O desempenho de Caio Bonfim e Alison dos Santos mantém a esperança, mas a performance geral serve de alerta para os próximos ciclos.




























