O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), voltou a criticar a gestão do PT na Bahia ao comentar o cenário político para as eleições de 2026. Segundo ele, os baianos não serão “enganados duas vezes” e já sentiram as consequências do que classificou como um “golpe” na eleição passada. Para o gestor, o atual governo teria se escondido “atrás de um número e de um partido” durante a campanha.
Bruno também minimizou a influência da política nacional no pleito baiano, mesmo diante de movimentações em Brasília, como a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. O prefeito questionou a efetividade do alinhamento entre os governos federal e estadual, argumentando que, apesar dessa proximidade, a Bahia acumulou mais de R$ 35 bilhões em financiamentos ao longo dos últimos 20 anos.
O prefeito usou sua própria trajetória administrativa como contraponto, afirmando que governou Salvador sem o apoio direto dos chefes do Executivo estadual ou federal. Ele destacou que enfrentou dois presidentes e dois governadores diferentes durante seus cinco anos de mandato. Para ele, o avanço da capital se deve ao fato de que sua gestão e a de ACM Neto “caminharam com as próprias pernas”.
As declarações foram dadas durante uma entrevista coletiva no evento de atualização da regulamentação dos mototaxistas em Salvador, que também marcou a entrega de novos kits para os profissionais. Bruno reforçou que busca diálogo com outras esferas do governo, mas afirmou que não depende delas para resolver os problemas da cidade.






























