A Câmara Municipal de Salvador (CMS) reabre oficialmente os trabalhos legislativos nesta segunda-feira (4), marcando o início de mais um semestre. Durante o retorno das atividades, o prefeito Bruno Reis (União Brasil) se reuniu com a base governista para anunciar o envio de 13 projetos de lei à Casa, que agora entram na fila de votação dos parlamentares.
Entre as propostas destacadas está o reajuste salarial para os professores da rede pública de Salvador, com majoração de 11,37%, sendo 6% em forma de reajuste linear e o restante distribuído em duas progressões, previstas para os meses de junho e agosto.
Outro projeto relevante prevê subsídios ao transporte público por meio de isenções fiscais. Na avaliação do líder do governo, vereador Kiki Bispo (União), as matérias em tramitação devem impulsionar melhorias nas áreas de infraestrutura urbana, saneamento básico e viabilizar novas operações de crédito para a cidade.
Já entre os temas mais aguardados está o novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), instrumento essencial para planejar o crescimento de capital baiana. O projeto ainda está sob análise técnica da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mas deve ser encaminhado à Câmara até o fim deste semestre, segundo prevê os vereadores de Salvador.
Por outro lado, a oposição promete atuar com firmeza. Para a líder da oposição na Câmara de Salvador, vereadora Aladilce Souza (PCdoB), o segundo semestre deve ser marcado por intensos debates sobre questões estruturais da capital. Ela critica a atual situação do transporte, da limpeza urbana e aponta riscos de avanço da especulação imobiliária. “Precisamos de um novo PDDU que seja construído com participação popular e transparência. E a contratação da FGV sem licitação levanta sérias preocupações”, afirmou.






























