Em fevereiro, Salvador registrou aumento no preço da cesta básica, em contraponto a grandes cidades como São Paulo, Florianópolis, Curitiba e Brasília, cuja variação foi negativa. Os dados atualizados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Apesar disso, Salvador não está entre as maiores variações, registrando um aumento de 0,27%. Em contrapartida, outra capital nordestina se destacou pela alta taxa de variação. A cidade de Natal (RN) teve um aumento de 3,52% no custo médio da cesta. Da mesma forma, outras 13 capitais também sofreram elevação, enquanto apenas 13 diminuíram. A bolsa mais cara continua sendo a de São Paulo, que custa R$ 852,87, valor que representa 56,68% do salário mínimo líquido, de acordo com a tabela disponibilizada pela pesquisa.
A determinação constitucional é de que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família. De acordo com o DIEESE, no entanto, o salário mínimo necessário para manter uma família de quatro pessoas em fevereiro deveria ter sido de R$ 7.164,94. Esse valor é quase 11 vezes maior que o preço da cesta básica de Salvador.
Confira a tabela divulgada pelo DIEESE:





























