A Polícia Civil da Bahia segue em busca de 24 foragidos da Operação Castelo de Cartas, deflagrada em setembro em Jequié e municípios da região sudoeste. A ação já resultou na prisão de 18 pessoas e na desarticulação de parte de um grupo criminoso envolvido em homicídios, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.
Nesta sexta-feira (3), a Vara do Júri e Execuções Penais da Comarca de Jequié autorizou a divulgação das fotos e nomes dos foragidos, medida considerada legítima e proporcional para auxiliar na localização de indivíduos de alta periculosidade. A divulgação atende ao princípio da proteção social e ao direito da sociedade ao acesso à informação.
A Operação Castelo de Cartas cumpriu 30 mandados de busca e apreensão, resultando na apreensão de drogas, veículos, celulares, balanças de precisão e dinheiro em espécie, além do bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens avaliados em mais de R$ 2 milhões. As investigações, conduzidas pelo Núcleo de Homicídios da 9ª Coorpin/Jequié, apontam que o grupo foi responsável por pelo menos 19 homicídios neste ano, ligados à disputa pelo tráfico na região.
Os foragidos são: Danilo Silva Santos (Danilo Espinha), Emerson Santos Marques (Negão do Açougue), Joelson Rodrigues Santos (Careca), Guilherme Santos Torres (Pesadelo), Gleison de Oliveira Santos (GG), Júlio César Soares Santana (Júlio Cachorrão), Yan Barros de Pinho (Yan da Cachoeirinha), Hugo Oliveira dos Santos, Hebert Lima Valverde (Dindo), Marcos Silva de Oliveira (Poze ou Bê), João da Cruz dos Santos Neto (Joãozinho), Mikel Silva Veiga (Mikell Rifas), Bruno dos Santos Bastos (Bobô), Jamerson das Virgens Nascimentos (Jaminho), Samuel Neri Santos (Aladdin), Ricardo de Jesus Menezes, Brenda Santa Cruz dos Santos, Kennedy da Silva Britto, Daniel Matos da Silva (Daniel Capenga), Adilson dos Santos, Ana Carolina de Jesus Queiroz, Clara Miranda Santos, Adriele Pereira da Silva e Fagner Barros de Pádua.
A Polícia Civil reforça que denúncias sobre a localização dos foragidos podem ser feitas presencialmente em qualquer unidade policial, pelo Disque Denúncia da Secretaria da Segurança Pública (181) ou pelo telefone 190.
Foragidos da polícia































