Com a proximidade do Carnaval de Salvador, vereadores discutiram nesta quarta-feira (4) as estratégias de gestão da festa e as estruturas já instaladas nas ruas da cidade. A sessão foi conduzida pelo vereador Claudio Tinoco (União Brasil).
A vereadora Isabela Sousa (Cidadania) destacou o fortalecimento do Carnaval no Centro Histórico e a valorização do Circuito Osmar, no Campo Grande. Segundo ela, a Prefeitura apresentou o cronograma de atrações gratuitas e reafirmou o compromisso com o circuito, que chegou a correr risco de extinção. A programação inclui grandes nomes da música baiana e palcos temáticos espalhados pela cidade.
Já a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) cobrou explicações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) sobre a estrutura montada em Ondina, apelidada de “Passarela do Apartheid”. Segundo a parlamentar, a autorização da Prefeitura reforça práticas de segregação social, já que a estrutura foi utilizada no Carnaval de 2025 e voltou a ser instalada para 2026.
O novo líder da oposição, vereador Randerson Leal (Podemos), elogiou o governo estadual pela entrega da nova Rodoviária da Bahia, em Águas Claras, inaugurada em 19 de janeiro. Ele destacou a localização às margens da BR-324 e comparou o movimento e as condições do terminal às de um shopping center, além do funcionamento do novo posto do SAC.
Entre outros temas, o vereador Sílvio Humberto (PSB) criticou o modelo de exploração de barracas e quiosques na orla de Salvador. Para ele, o formato atual concentra renda e não garante retorno para a comunidade local, especialmente a população negra, que deveria ser beneficiada pela riqueza gerada nesses espaços.






























