Olá, gente amiga deste nosso programa que segue surfando na “onda masculinista” que se caracteriza pela violência política de gênero das formas mais perversas e covardes!
De Raça Maldita aos ataques à nossa moralidade, inteligência e aparência, os comentários misóginos são criminosos! Daí a necessidade de abrirmos uma janela no espaço desse nosso programa ao Podcast.
Esperamos que esse podcast possa provocar uma reação de repúdio a toda sorte de injúria que tenha por objetivo nos colocar numa posição de subalternidade, de cidadãs de segunda categoria já que na maioria das vezes duvidam até mesmo da nossa capacidade intelectual. Além disso o uso recorrente de palavras como “porca” ou “vagabunda” em relação a nossa moralidade pretende nos difamar e desumanizar!
Por tudo isso , neste segundo episódio da série Desagravo às mulheres do Brasil nós vamos nos reportar à polêmica criada pelo ator Juliano Cazarré ao anunciar o evento “O Farol e a Forja” Autodefinido como o “maior encontro de homens do Brasil”, focado em liderança, espiritualidade e no que ele chama de combate ao “enfraquecimento masculino”.
Muitos artistas e internautas criticaram o projeto, argumentando que a proposta promove um discurso machista e fomenta a violência contra a mulher. Aliás a maioria das críticas focam na visão conservadora de masculinidade defendida pelo ator.
Contudo, em sua própria defesa o ator Cazarre tem rebatido as acusações, afirmando que sua postura é antimachista e que seu objetivo é ensinar homens a assumirem responsabilidades familiares e protegerem as mulheres, baseando-se em princípios cristãos e na figura de São José.
De qualquer forma, o fato é que os posicionamentos do ator e seu famigerado evento estão gerando acusações de tudo quanto é lado! Mas vamos ouvir o que diz a socióloga Jacqueline Pitanguy tem a dizer sobre a iniciativa de Cazarre de idealizar um evento que para muito se constitui na formação de um movimento masculinista no Brasil! Diga lá, minha amiga!


































