Na Colômbia, subiu para 273 o número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na segunda-feira (10). De acordo com as autoridades, 3.824 pessoas ficaram feridas e 377 estão desaparecidas. Na cidade de Cali, equipes de resgate e voluntários ainda procuram sobreviventes entre os escombros. Mas, com a passagem das primeiras 72 horas, as buscas entraram numa fase mais difícil. Mais de 150 réplicas foram registradas desde o terremoto, aumentando o risco para quem trabalha nos locais atingidos. Em Pereira, uma das cidades afetadas, moradores também enfrentam problemas no abastecimento de água, energia elétrica e gás.
Vulcão Etna
Na Itália, a erupção do vulcão Etna continua a afetar a rotina de milhares de turistas. O Aeroporto de Catânia, na Sicília, está com pousos e decolagens suspensos por causa da cinza vulcânica. A restrição deve continuar até as duas da manhã desta sexta-feira, no horário local. Centenas de voos foram cancelados ou desviados nos últimos dias. Passageiros lotam o terminal e precisam recorrer a ônibus para tentar chegar a outros aeroportos. A erupção começou no dia 6 de agosto e, segundo especialistas, a atividade está mais intensa do que em episódios anteriores. O Etna é o vulcão mais alto e um dos mais ativos da Europa.
Tropas israelenses no Líbano
No Oriente Médio, Israel afirma que não vai retirar as tropas de uma chamada zona de segurança no sul do Líbano. A declaração foi feita pelo ministro da Defesa, Israel Katz, durante uma visita à região. Ele disse que o Exército vai permanecer no local para proteger as comunidades do norte de Israel. A área se estende do litoral, no oeste, até as proximidades do Monte Hermom, no leste. A posição de Israel acontece depois de negociações realizadas na semana passada, em Roma, entre Israel e Líbano. Um acordo prevê a retirada gradual das tropas israelenses, condicionada ao desarmamento do Hezbollah. O grupo, porém, não faz parte do acordo e se recusa a entregar o arsenal. Uma nova rodada de negociações está prevista para o início de setembro.
Guerra na Ucrânia
Na Ucrânia, julho foi o mês mais letal para a população civil desde maio de 2022, segundo a ONU. Pelo menos 437 pessoas morreram e outras 2.610 ficaram feridas. O número de mortos aumentou 30% em relação a junho e 70% na comparação com julho do ano passado. A Rússia também lançou em julho um número recorde de mísseis contra o território ucraniano. Entre os alvos estiveram a capital, Kiev, e outras áreas do país. E, nesta quinta-feira, dois trens de passageiros foram atingidos por ataques na região de Odesa. Em um deles, o motorista e o auxiliar morreram. No segundo ataque, passageiros foram evacuados para ônibus. Segundo o Serviço de Emergência Ucraniano, uma criança ficou ferida.
*Com informações da Agência Reuters






























