A presença de nuvens no céu não significa que a população esteja protegida da radiação ultravioleta (UV). O alerta foi feito pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que chama a atenção para os riscos da exposição excessiva ao sol, mesmo em dias nublados.
Segundo o meteorologista Thiago Barros, da Coordenação de Estudos de Clima e Projetos Especiais do Inema, parte da radiação ultravioleta consegue atravessar as nuvens e atingir a superfície terrestre. A quantidade que passa depende de fatores como a espessura, a altitude e o tipo de formação das nuvens.
A exposição excessiva aos raios UV pode provocar queimaduras solares, envelhecimento precoce da pele e danos aos olhos. Por isso, o órgão reforça que o céu encoberto não deve ser considerado uma garantia de proteção.
Entre as recomendações estão o uso de protetor solar adequado, óculos escuros com proteção contra raios UV, chapéus e roupas que reduzam a exposição da pele. Também é importante evitar períodos prolongados ao ar livre nos horários de maior intensidade da radiação.
O Inema ainda orienta a população a observar o Índice de Radiação Ultravioleta (IUV), que indica a intensidade dos raios que chegam à superfície terrestre. Conforme a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o índice é dividido em cinco níveis: baixo, moderado, alto, muito alto e extremo.
As informações sobre o monitoramento da radiação UV podem ser consultadas no portal oficial do Inema.





























